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| Fotinho recente da fofíssima. |
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Atualizando
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Novos olhares sobre a escola
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| A pessoa descobriu os óculos escuros |
Tive a tão esperada reunião com a escola. Professora e coordenadora. Acho que nunca fui tão franca. A postura "tudo vejo" da professora sumiu, e como não gosto de contrariar só pra discutir deixei que a nova postura ficasse como oficial. Ela disse estar o mais atenta possível, principalmente em relação a Alana, por ela ter necessidades especiais e as duas tentaram me tranquilizar de que a Alana não seria um alvo de nenhum aluno mais agressivo, que os casos na sala já estavam sobre controle e que a Alana talvez não fantasiasse, mas talvez a dificuldade de comunicação tenha gerado algum problemas de entendimento. Eu disse que meu maior medo era que ela perdesse a confiança no adulto responsável (a prof.) por não ser levada a sério em sua reclamações e elas disseram que todas as reclamações serão investigadas e que eu poderia ficar tranquila. Tô tranquila? Não. Mas é um longo trabalho e tenho que confiar nos profissionais ou achar um lugar melhor. Na verdade tenho ido a alguns lugares e ficado entre decepcionada e desesperada. As escolas especiais que visitei me parecem creches de segunda linha. Fui muito bem tratada, mas nada me convenceu no sentido de aprendizado. Me parece que as crianças estão mais sendo cuidadas que educadas e cuidar eu cuido, não preciso pagar. Apenas uma escola do município pareceu mais preparada, mas eu nem conheci as salas pq a diretora foi bem clara dizendo que aquela não era escola pra Alana. Eu tb acho que uma escola especial seria complicada pela diferença das sindromes e idade dos alunos. Ela fica muito bem onde está, mas cada reunião de pai e prof sinto que tenho uma criança Jekill e Hide. A prof descreveu uma Alana ás vezes completamente alheia, com surtos de choro e raiva, desobediente ao extremo, incapaz de se fazer compreender ou sistematizar o aprendizado. Ela disse que Alana está muito diferente do ano passado, trazendo novos componentes no comportamento, talvez novos sintomas da síndrome. Pode ser, a cada ano vão aparecer novas coisas. Meu marido tb acha que ela é muito desobediente, talvez eu seja a mãe cega. Em casa os surtos são raros, mas existem. A comunicação funciona na maioria das vezes e nós duas fazemos várias atividades que ela adora e tem mostrado novos conhecimentos a cada dia, inclusive pra novas línguas. Ainda sem saber o que fazer, ainda visitando outras escolas, ainda esperando um parecer da escola atual para o primeiro ano, sigo procurando as soluções para os novos problemas. Acho que tenho que ler mais sobre a doença, andei dando uma relaxada, achando que o que estamos fazendo estava funcionando. Ela está cada dia mais carinhosa e mais parceira. Ainda temos umas pendências com a psicóloga, que tem que dar um retorno pra escola e falar com a neuro. E a partir daí a escola volta a falar comigo. Porque não marcamos um chá e todas falam o que é preciso? Seria muito bom ver como os profissionais interagem. Enfim, como sempre, seguimos na luta, pedindo a Jeová Deus que nos oriente nesse caminho da educação da Alana. Ah! tem mais uma: sabia que a empresa de transporte público de Porto Alegre disponibiliza um passe livre para crianças e adultos especiais ou deficientes? Legal né? Não se vc for autista. Se vc for Down tem passe livre, se for autista te vira. Para eles o autista tem que comprovar Retardo Mental. Enfim, como já tinha conversado com a neuro, é muito complicado fazer com que as pessoas entendam um problema que não é visível. Se Alana tiver uma crise de pânico num super mercado ela é mimada. Tenho que levar um atestado pra mostrar que ela tem um problema. Além de sofrer tem que provar, até pro cobrador do ônibus. Exclusão dentre os excluídos.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Vamos trabalhar?
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| Eu e minha fofíssima |
sábado, 6 de agosto de 2011
Férias e novidades
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| Cabelos domados, férias turbulentas. |
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Por essa eu não esperava
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| Minha fofa inocente! |
" Alana FANTASIA, OU SEJA INVENTA, as agressões para chamar a atenção."
Eu fiquei catatonica, eu não consegui acreditar que todas as agressões e reclamações da Alana eram encaradas como invenção. Nós trabalhando a autoestima e confiança da menina feito loucos e vem uma pessoa supostamente no papel de educadora desacreditando a minha filha quando ela mais precisa de apoio!!!!!!!!
A única coisa que eu consegui dizer foi: "Isso é impossível. Alana não tem essa capacidade de inventar coisas ainda, principalmente pq ela não precisa da atenção dos adultos. Ela só pode repetir o que aconteceu, se não tivesse sido agredida não inventaria." Eu queria bater nela, bater muito e dizer que ela estava inventando aquele olho roxo pra chamar a atenção. Eu deveria ter feito algo, só não sei o que. Ela ficou repetindo a mesma frase (ela inventa) até eu parar de falar e eu parei. Fiquei horas sem falar nada. Chorei horrores. Não quero que ela volte pra escola. Ela adora a escola. Não quero que ela volte pra esta escola. Não tenho segurança de que será cuidada. Lembro-me de uma vez, qdo ela estava internada e o alarme dela tocava toda hora. Ninguem sabia pq, o oxímetro tocava o tempo todo. Trocamos de aparelho e continuava. Comecei a perceber que as atendentes só olhavam de longe, e nem se prestavam a ir até o berço ver se estava tudo bem. Fiquei apavorada, mas não sem ação. As UTIs neo não tem lugar pra sentar. As incubadoras são altas e os pais ficam em pé. Eu ficava em pé o dia todo. Tinha hora do descanso dos pais numa sala ao lado, com sofas e poltronas. Como ninguem me ouvia e ninguem fazia nada a respeito do oximetro e nada a respeito do desconforto dela eu agi. Eu pensava "se está alarmando algo está errado, tem que ter alguem aqui o tempo todo, temos que fazer mais exames". Uma médica chegou a dizer que ela queria chamar a atenção (um bebê de 4 meses, com 1,50kg!!!!!). Fui até a sala dos pais e arrastei um sofá até o meio da UTI diante dos olhos arregalados das medicas, mães e atendentes. Encaixei o sofa na frente da incubadora, deitei e peguei um livro ra ler. Fiquei no meio da uti, deitada num sofá. As pessoas tinham que desviar de mim pra entrar ou sair de lá. As mães que tinham coragem perguntavam o que eu estava fazendo e eu dizia: Estamos com poucos profissionais e minha filha precisa de alguem que cuide exclusivamente dela, pq ninguem sabe o que ela tem. Naquela noite eu fui pra casa e apareci as 3 da manhã sem avisar. Disse que estava insegura pq não sabia se alguem ia cuidar da minha filha direito. Quase matei a enfermeira de susto pq nao era comum os pais ficarem de madrugada. Ganhei o nome de A louca da UTI. Logo ela foi levada pra mais exames, e ganhou um quarto só pra ela. Estavam tentando isolar a louca pra que não houvesse uma revolução de mães que queriam mais atenção para seus filhos. As vezes ficava uma guria pra cuidar de 8 bebes!!!!! No final descobriram uma pneumonia (!!!!!!) e ela teve que ser entubada de novo. Isso levou a novos exames e um diagnóstico, o que resultou num tratamento e finalmente a alta. Então valeu a pena dar uma de louca. Mas e agora? Dou um de louca e faço o que? Tiro ela da escola? Com certeza! Reclamo pra quem sobre o assédio? Pro Papa? Frustrante, frustrante....Me sinto uma completa incompetente em não seguir meus instintos iniciais. Nunca gostei da profi, sempre a achei arbitrária, desatualizada, preconceituosa. Mas achava que ela gostava da Alana, agora nem sei, acho que suporta. Alana é um doce, mas tem uma mãe bem azeda. Achei que eu deveria dar uma chance e arrisquei colocando ela lá. Achei que era bom, mas não foi. Ela aprendeu um monte, evoluiu, mas agora acho que não é mais o lugar pra ela.Vamos procurar outro e vamos achar, se Deus quiser.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Reclamação
Eu acho que nasci velha. Desde que me conheço por gente reclamo, senão o dia todo várias vezes ao dia. É um hábito horroroso, acho que adquiri por crescer com meu pai, que era muito rabugento. Algumas reclamações tem fundamento mas não precisariam de tanta repetição. Eu já tentei melhorar mas me esqueço com facilidade das coisas e acabo reclamando de ter memória fraca e o ciclo recomeça. Sou uma pessoas bem humorada e evito confrontos ao máximo, mas eu reclamo, nem que seja em forma de piada. As vezes a reclamação vem antes de pensar em qualquer coisa e depois eu noto que seria fácil resolver, ou a solução está logo ali, enfim, reclamo antes e tudo recomeça. Já tirei gente do sério, já criei fama, já cansei de mim, como agora. Tenho reclamado muito dos 5 quilos que ganhei quando parei com o Rivotril. Ouvi muito que não deveria parar de uma vez sem orientação médica. Mas já tinha ficado um tempo sem e não queria tomar de novo do nada, até porque precisa de receita e eu não tinha. Tive que parar e fiquei com medo de voltar. Tive dores horríveis e muitas caimbras, nos lugares mais inusitados possíveis e nas horas mais inconvenientes. Já consultei um médico e estou tomando um relaxante muscular e tenho que fazer uns exames. O relaxante também tem seus efeitos e to dormindo até as 11 na semana e até as 14 nos fins de semana. Não me pergunte como faço pra cuidar da Alana, se eu contar
Enfim, adaptações. Mas o que eu queria dizer é que cansei de reclamar dos quilos e resolvi fazer uma coisa que não faço há 7 anos: DIETA. Estou de regime.Tudo que eu vejo na tv tem a ver com sobrepeso, qualidade de vida, mais energia, exemplo pras crianças, estou saudável televisivamente, mas na prática a teoria é outra. Nenhuma roupa entra, o que entra fica horrível e parece que eu ganhei 20 quilos a mais, nao sei pq, me sinto inchada e roliça. Então chega de reclamar e vamos agir. Amanhã vou tirar aas medidas e uma foto. Vou caminhar e vamos ver o que acontece. Adeus coca, queijo quente, sonho de valsa e bife frito. Olá saladas, frutas, suco e bife grelhado. Adeus cama até as 11, ola caminhada de manhã, isso se o remédio deixar. Daremos um jeito e lógico não ficarei magrinha, mas pelo menos os 5 quilos que estão me matando vão ter que ir. Não é só uma questão de vaidade, é uma questão de honra. Quero reclamar de outras coisa, peso é muito clichê. tá eu sei que sou essencialmente clichê, mas não tenho grana pra um novo guarda roupa. E é lógico, quero ser um bom exemplo pra minha pequena qe começou cedo na vida a batalha pra ganhar peso (lembre-se que ela nasceu com 830gr) e em seguida pra perder peso (por causa da medicação). Vamos ser mais saudáveis e eu prometo só reclamar da crise mundial ou do preço dos combustíveis. Espero o apoio de vcs amigas blogueiras, vou conseguir.
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